Infelizmente, alguns alunos, no domingo dia 24(um dia antes da entrega do trabalho) ainda me solicitavam uma cópia da atividade a ser entregue em mensagem postada às 18 horas. Não pude atender pois não abri o blog no domingo. Aliás, estive em contato com vocês na sexta-feira e no sábado. TEMOS QUE TER MAIS RESPONSABILIDADE NAS NOSSAS OBRIGAÇÕES.
Para a prova de 2ª chamada, o assunto de física I corresponde ao assunto do 2ºtrimestre. Assim, além dos capítulos 10 e 11 devemos estudar o capítulo de cinemática vetorial. O gabarito da prova trimestral de física I é :
5) e
6) b
7)F=Px=24N
8)
00F
11V
22V
33V
44F
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Colégio São Luís - Gabarito de Física I e outros
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Colégio Marista São Luís - Gabarito da ficha de exercícios
1)c 2)a 3)e 4)c 5)d 6)a 7)e 8)c 9)c 10)b
Lembrem-se de dar ênfase nos estudos em Elevadores, plano inclinado e força de atrito.
Um abraço à todos, bons estudos e boa sorte!
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Atenção alunos dos 1º anos do São Luís
Os conteúdos para a prova do 2º trimestre são: Cap. 10 e 11, execeto os tópicos referentes à Força de resistência do ar e Polia móvel. Não esqueçam o trabalho sobre os elevadores para ser entregue no dia da prova. Trazer para as próximas aulas a lista de exercícios para trabalharmos em sala.
Um abraço à todos.
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Alunos dos 1º anos - Colégio São Luís
Sejam todos bem-vindos ao 2º semestre letivo de 2008. Esperamos que todos tenham aproveitado bastante as férias. Lembramos que nossa caminhada deve continuar rumo aos nossos objetivos. A UPE divulgou o edital do vestibular seriado que estou publicando juntamente com o arquivo das leis de Newton atualizado e uma lista de exercícios sobre plano inclinado sem e com atrito
http://rapidshare.com/files/134818027/edital_do_vestibular_seriado_UPE.pdf.html
http://rapidshare.com/files/134818910/C_pia_de_leis_de_Newton.ppt.html
http://rapidshare.com/files/135098467/exerc_cios_de_plano_inclinado.doc.html
Um abraço à todos
domingo, 20 de julho de 2008
Arthur Clarke, um visionário da ficção científica
· Quando um cientista de renome mas de idade avançada ou idoso [ou seja, mais experiente] estima que algo é possível, ele esta quase certamente com razão. Quando ele diz que algo é impossível, ele está muito provavelmente enganado.
· A única maneira de descobrir os limites do possível, é aventurar-se um pouco além dele, através do impossível.
· Toda tecnologia suficientemente avançada é indistinguível da mágica.
No início, havia uma única lei, conhecida como a Lei de Clarke, enunciada no ensaio Hazards of prophecy: the failure of imagination (Os perigos da profecia: a falha da imaginação), publicado no livro Profiles of the future: an inquiry into the limits of the possible (1962, Perfis do futuro: um inquérito dentro dos limites do possível). A primeira lei vinha acompanhada de um conceito sobre o que seria a idade avançada: "Em física, matemática e astronáutica, significa acima dos trinta anos. Em outras disciplinas, a decadência senil é por vezes adiada até os quarenta anos. Claro que existem gloriosas exceções; mas, como qualquer pesquisador recém saído da faculdade sabe, cientistas acima dos cinqüenta só servem para reuniões de diretoria e devem ser mantidos fora do laboratório a qualquer custo." Além dessa observação, existia uma menor, que na nova edição de Profiles of the future (1973, Perfis do futuro) foi reconhecida como uma segunda lei. A sugestão de transformá-la numa nova lei, agradou de tal maneira Clarke, que ele aceitou e acrescentou mais uma terceira – talvez a mais famosa – afirmando ironicamente que se os dois Isaacs consideraram suficiente três leis, ele não precisaria estabelecer mais nenhuma. Os Isaacs eram Isaac Newton e Isaac Asimov; o primeiro, o cientista inglês enunciador das Leis de Newton, e o segundo, o escritor de ficção cientifica norte-americano de origem russa que elaborou as Três Leis da Robótica. As leis de Clarke deram origem a diversas versões, paródias e corolários. O próprio Asimov criou um corolário para a primeira lei de Clarke: "Se o público leigo apóia com fervor uma idéia considerada impossível pelo cientista de renome e de idade avançada, este último está provavelmente certo." (Asimov's Corollary, The Magazine of Fantasy and Science Fiction, February, 1977) No entanto, apesar de ter decidido modestamente em consideração aos Isaacs não propor novas leis, Clarke continuou propondo algumas leis mais informais, assim como a lei : “Ler manuais de computador sem o hardware é tão frustrante quando ler manuais sobre sexo sem o software”, enunciada no apêndice 2 do livro The Odissey File (1984). Mais tarde, o físico e escritor de ficção científica Gregory Benford (1941- ) elaborou uma versão alternativa da terceira lei: "Toda tecnologia distinguível da magia é insuficientemente avançada." (Foundation's Fear, 1997). Ironicamente, esta lei foi atribuída ao Imperador Cleon I, personagem criado por Asimov. A terceira lei de Clarke codifica sem dúvida a mais significativa das raras contribuições à ficção especulativa. Um modelo para os outros escritores hard science-fiction, Clarke postulava por tecnologias avançadas sem se servir de conceitos equivocados da engenharia, sem explicações baseadas em ciência incorreta – característica típica da má ficção científica – e nem se aproveitava das tendências da pesquisa e da engenharia. Elevador espacial O conceito de elevador espacial – também batizada de torre orbital – foi apresentado ao grande publico pela primeira vez por Arthur C. Clarke no seu romance de ficção científica The Fountains of Paradise (1979). Clarke descreveu a construção a partir de uma estação espacial, de uma gigante torre destinada a constituir uma ligação fixa entre a superfície terrestre e um contra-peso em órbita geoestacionária. O equilíbrio do conjunto é assegurado pela permanência pela construção de um outro elemento da torre na direção oposta. Na realidade, o elevador espacial constitui uma sorte de funda de 36 mil quilômetros de comprimento… Como fazia freqüentemente, Clarke inspirou-se em trabalhos científicos reais, em particular no do cientista soviético Yuri N. Artsutanov. Em seu livro Dreams of Earth and Sky (1957), Artsutanov sugeriu usar um satélite geoestacionário como a base a partir da qual seria possível para construir a torre. Na realidade, a idéia é muito mais antiga, pois as primeiras reflexões sobre o assunto são de Constantin Tsiolkowski em 1885, mas este último pensou em elevar a sua torre a partir da superfície da terrestre como uma enorme torre Eiffel. Em 1975, um outro norte-americano Jerome Pearson, propôs o emprego de uma estrutura em forma de uma longa fita, cuja extremidade teria o mesmo papel de um contra-peso. Durante um grande período, a idéia pareceu utópica, pois não existia um material bastante resistente. No entanto, com o aparecimento de um material bem resistente de grande estabilidade mecânica – os nanotubos de carbono –, a idéia do seu uso tornou mais factível a sua realização e deu mais credibilidade ao projeto. Em conseqüência, a Agência Espacial Européia (ESA) e a NASA passaram a se interessar mais seriamente no projeto. O elevador espacial poderá tomar a forma de um longo cabo dentro do qual circulariam os ônibus espaciais. O norte-americano Brad Edwards, da fundação Californiana Eureka Scientific, descreveu em detalhe o método possível da construção do tal elevador. Primeiro, deveria se lançar um veículo espacial em órbita geoestacionária. Em seguida, a partir desse veículo, seria enviada para a Terra uma fina faixa (de um mícron de espessura), que apresentasse as características mecânicas especiais de resistência e leveza. À medida que esse cabo descesse, o veículo se afastaria da Terra para manter o equilíbrio, atingindo assim a uma distância de 91 mil quilômetros. Uma vez o primeiro cabo fixado a superfície terrestre, seria usado para colocar outros e, ao todo constituiriam o cabo definitivo. O interesse potencial deste sistema consiste no seu baixo custo e funcionamento. A energia de frenagem da cabine descendente pode até mesmo ser recuperada para deslocar a cabine ascendente. Seu inconveniente principal é a sua vulnerabilidade aos meteoritos, ao lixo espacial, aos engenhos aéreos e até mesmo as catástrofes naturais. Se compararmos esse conceito a um outro, o do trilho metálico, que parecia impossível há dois séculos, teremos a estrada de ferro, que não era considerada factível. Autobiografias Independentemente da ficção, Clarke escreveu duas autobiografias: Ascent to Orbit (1984) foi o título que ele deu a sua autobiografia científica e Astounding Days, a sua autobiografia de ficção científica. Toda a sua vida – plena de atraentes idéias inteiramente voltadas para o futuro da humanidade num contexto cósmico – fazem destes dois livros motivos de uma apaixonante leitura. A maior parte dos seus ensaios escritos entre 1934 e 1998 está reunida em Greetings, Carbon-Based Bipeds! (2000), bem como a maior parte dos seus romances, em The Collected Stories of Arthur C. Clarke (2001). Estas coletâneas constituem uma excelente seleção das obras de ficção de Clarke, muito interessante mesmo para aqueles que conhecem quase toda sua obra. Em reconhecimento, o asteróide 4923 foi batizado com o nome de Clarke, assim como uma espécie de dinossauro Ceratopsiano, o Serendipaceratops arthurclarkei, descoberto em Inverloch, Austrália. Arthur Clarke – o mago da ficção científica e homem da ciência – traduziu a grandiosidade das descobertas espaciais na frase dirigida aos membros da Bristish Interplanetary Society, Londres, 1946, e que mais tarde reproduziu no The Challenge of the Spaceships, New York, Harper and Row, 1955: "Nossa civilização não é mais do que a soma de todos os sonhos das idades anteriores. E tem que ser assim, pois se os homens deixarem de sonhar, se voltarem as costas às maravilhas do universo, acabará a história da nossa raça".
Publicado no Portal do Astrônomo em 18-04-2008, por Ronaldo Rogério de Freitas Mourão, astrônomo, criador e fundador do Museu de Astronomia e Ciências Afins, autor de mais de 85 livros, dentre eles: Nas Fronteiras da Intolerância.
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Arthur C. Clarke: da Órbita ao Elevador Espacial - 25/12/2007
(crônica publicada na Gazeta da Física de Dezembro, retirado do blog De Rerum Natura)
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Alunos do CEFET
Estou enviando as aulas de vetores e mais um arquivo de exercícios base.
http://rapidshare.com/files/129692950/vetores.ppt.html
http://rapidshare.com/files/127149584/exercicios_de_vetores.doc.html

